sexta-feira, julho 23, 2004

Wild Weekend

Passarei o fim de semana na casa deste ser:



Ele é conhecido por Juliano Chiusoli, tem 21 anos, é gordo e não tem vergonha disso. E por incrível que pareça, é heterossexual e tem namorada. Ou é um cara que esconde bem sua boiolice.

Tá, mas uma imagem vale mais que mil palavras. Mas que viadagem, hein, Gordo?

terça-feira, julho 13, 2004

G.G. Allin: Feio, Sujo, E Cagando Todo O Lugar



No Dia Mundial do Rock, vamos falar de rock, né. Mas como a Dare To Be Stupid é bizarra, vamos falar de um ser bizarro. (Eu gostaria de frisar que não gosto das atitudes, não sou fã, nem sequer gosto do ser. Só acho interessante, bizarro, estronho...)

G.G. Allin nasceu Jesus Christ Allin 1956 na cidade de Lancaster, NH. Esse batismo foi só o começo de toda a loucura insana de G.G., que só fez crescer. Olha só: até o os dez anos de idade o garoto morou em uma cabana de madeira de duas peças, sem eletricidade ou água corrente, a quilômetros de lugar nenhum, na florestal Northumberland, New Hampshire. Seu pai dormia por vários dias, sem permitir conversa ou acender velas após o escurecer, tapando as janelas por fora com neve (Que pai, hein?). Ele também era conhecido por cavar as covas para a família no porão, xingar sua esposa, destruir as coisas de que ela gostava, e uma vez pôs fogo em sua própria cama quando ela não quis se deitar com ele. Allin desenvolveu tanto paranóia quanto egomania, e aos poucos começou a perceber o comportamento de seu pai - e também todo tipo de comportamento - como normal: "você é o que você é". Dammit, que bizarro...

Assim, G.G. acabou por tornar-se um roqueiro. Ouviu rock'n'roll no rádio de sua vó e sua vida mudou. Virou baterista. Mas seus ídolos o decepcionavam: mesmo tendo fama de bad boys, os Stones, Iggy Pop, Sex Pistols, entre outros, todos seguiam certas regras. G.G. foi mandado para uma escola especial, e seu ódio cresceu ainda mais quando foi reprovado. Em sua primeira apresentação, em um baile do colégio, ele mordeu, arrancou e destruiu a decoração do salão no meio de uma música. Os professores tentavam impedir, os alunos iam ao delírio, e assim foi.

E daí pra frente Allin foi fazendo shows com suas várias bandas de apoio, que às vezes tinham seu irmão Merle. Vivia em show, sobrevivendo com o que ganhava, às vezes até comida de cachorro e pasta de amendoim. Dormia onde dava, passava os dias onde fosse.

As músicas de G.G.? Uma mais linda que a outra: "Needle Up My Cock" (Agulhe Meu Pau), "I Wanna Piss On You" (Quero Mijar Em Você), "Fuckin' The Dog" (Comendo O Cachorro), "Abuse Me (I Want To Die)" (Abuse De Mim (Eu Quero Morrer)), entre outras... Sempre essa maravilha. As apresentações?

Os shows eram um caso à parte. G.G. chegava (de tapa-sexo e coturnos, geralmente), e logo quebrava uma garrafa na cabeça, o deixando cheio de sangue. Pegava os cacos de vidro e se cortava um pouco mais. Quase sempre mandava um barrão no palco (isso mesmo, cagava) e comia um pouco, passava um pouco em si mesmo, atirava o resto na platéia. Espancava quem estivesse perto, platéia, banda, quem fosse. Após se encher de merda, se jogava na platéia, que corria desesperada. Os shows costumavam durar no máximo 15 minutos, e acabavam sempre com polícia no local e bar destruído. O show quase sempre ia para a rua, com pessoas correndo, polícia atrás, G.G. batendo a cabeça em postes... E mais: G.G. anunciava sempre que se suicidaria no palco. Mas sempre calhava de ele estar preso (sempre estava) no dia em que ele planejava se suicidar...

Mas não foi necessário. G.G. morreu de overdose de heroína em 1993. Aí o enterro foi normal, né? NÃÃÃÃÃÃÃÃÃO... G.G. estava lá, deitadão, de cueca e jaqueta, com um microfone numa das mãos e uma garrafa de whisky na outra. Os presentes pegavam a garrafa, bebiam um pouco, faziam G.G. de marionete, desenhavam nele com pincel atômico... Esse foi o fim do ogro G.G. Allin. Um dos seres mais bizarros que já existiram...

Marylin Manson, controverso? Ora...

Se você quer ler mais sobre G.G. (descrição de seu último show, entrevista, e mais dessa mente insana e horrível) entre em A Barata. Se quiser ler letras das "músicas" dele, entre em Punk Lyrics.

Fonte: 0:< A BARATA

terça-feira, julho 06, 2004

Adote Um Mullet: Especial Sessão de Descarrego

Porque Sessão de Descarrego? Porque vou descarregar aqui toda a coleção Adote Um Mullet que ainda não foi publicada, para dar espaço aos novos mullets que virão! Estão preparados? Temos mullets pra todos os gostos, pessoal! Vamos lá...

Eu primeiro! Eu primeiro! O primeiro mullet é meu, a Beatriz "Bibi" Filipov, recordista em mullets, adotou sem eu saber. Dammit!



Eu depois, denovo! Eu, denovo! Então, meu mullet outra vez, um pouco antes, adotado por Gabi! Tava meio pequeno, mas bacana.



Esse é o mullet do Dênis Akamine, conhecido como Legal ou Furinho. O pai adotivo é o Juliano "Gordo" Chiusoli, que escreveu em um papel "Mullet" com uma setinha, mas como vocês poderão ver, não deu pra ler porra nenhuma.





Agora o segundo mullet que eu mesmo adotei, é do Léo Respectivo, lá da PUC, uma lenda entre o povo do segundo ano de Jornalismo matutino. O cara não percebeu, e vocês podem ver pela minha cara que o negócio foi bem discreto.



Esse agora acho que foi o primeiro mullet adotado, e... não é bem um mullet, mas serve. Principalmente porque esse tem pai e mãe adotivos, Renan Magalhães e Pedrão Couto. O "mulletinho" é do Paulo Henrique "Maceió" Nogueira. Quem é pai e quem é mãe? Eles que se resolvam, não tenho nada com isso...



Já que falamos do Renan, aqui ele adotou o mullet de um Motorista de Van, na volta do fracasso Ladies First.



Agora, a recordista de mullets Beatriz "Bibi" Filipov adotou o mullet de Rogério "Róger" Stuan, num puta sol do caralho.



O penúltimo mullet é o de Allan Biskier, estudante do 3º ano de Jornalismo, e o pai adotivo é Rômulo Orlandini, colega de classe do mesmo. Na época, o mullet de Allan era dos mais vastos habitando o campus I da PUC-Campinas.



E o último é o mullet japonês de Miguel Nakajima Marques, adotado por Sávio França. O mullet está bem maior atualmente, merece uma segunda adoção (assim como o de Marcel, o meu, o de Léo...) Obs. Sávio não estava bêbado na ocasião da foto (o mesmo não se pode dizer de algumas horas depois). A cara foi proposital.



Pronto, é o fim dos mullets de meu arquivo. Faltou algum? É sinal que eu não tenho a foto em meus arquivos. Se você possui um mullet adotado que não está aqui, faça o favor de mandar para jp_augusto@hotmail.com , certo?

E acabaram-se os mullets, o que significa Adote Um Mullet, só quando eu receber alguma foto! Então, sejam legais e adotem um mullet! É fácil, divertido, faz várias pessoas e vários mullets felizes, e dá ibope pro meu blog (porque as pessoas chegam aqui procurando por mullets! Ou por "filmes pornô nojentos", "vaginas", "hortolândia", entre outras pérolas que até Deus duvida que alguém procure no Google...)!

Nesse inverno,Adotem Um Mullet! E aproveitem e doem um agasalho pra ele, tadinho.

segunda-feira, julho 05, 2004



Após um período de coma de meu computador, estamos de volta. Aguardem, que o próximo post vai valer a pena.