terça-feira, julho 26, 2005

Afonso Brazza, o Rambo do Cerrado


Afonso Brazza (1955-2003): diretor, produtor, ator...


Quando se tem uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, sempre acaba saindo alguma coisa. Nem que seja aquele filminho fundo de quintal em que você e seus amigos simulam a Guerra do Vietnã com bombinhas e sangue de catchup. É mais ou menos isso que se vê nos filmes independentes de Afonso Brazza, bombeiro de Gama, em Brasília.

O "Rambo do Cerrado" Afonso Brazza começou sua carreira incentivado por ninguém menos que José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Seus filmes são feitos na base do improviso: é feito um pré-roteiro, com um simples sequência de cenas. O pré-roteiro não é utilizado, o que entra no filme é o que Brazza lembra. Isso mesmo: as cenas só são decididas no momento da gravação. Nem os atores sabem o que vai acontecer, quem morre, quem mata, que corre, quem cata. Na hora, se decide tudo. Isso gera os tão populares furos no roteiro e erros de continuidade, chamariz dos filmes do diretor. Não só diretor: ele escrevia, dirigia, produzia, atuava, cozinhava para o elenco, dançava lambada e equilibrava três malabares em cada dedo.

Normalmente, os filmes são no estilo policial, estrelados pelo próprio Brazza. As falas são improvisadas, as cenas também. É o fino do trash. Um figurante fazendo papel de capanga morre pelo menos três vezes, nos filmes do diretor. Faltando elenco, um ator pode fazer o papel de vários capangas, morrendo várias vezes. Os (d)efeitos especiais são nada menos que fenomenais: em um dos filmes, o Rambo do Cerrado mata um capanga com uma pedrada, e ele cae n'água, junto com a pedra . O capanga morto bóia. A pedra (de isopor) também. Brazza já iluminou cenas com farol de carro, fez sangue de catchup, tiros de espoleta, e mais qualquer improvisação que você possa imaginar.

As motivações dos personagens são o que há de mais inesperado no mundo dos filmes. Em "Inferno no Gama", de 1993, a mocinha (esposa de Brazza) está sendo perseguida por capangas do vilão, e está na mata escondida esperando que Brazza vá buscá-la. Ao invés de ficar quieta, escondida, subir numa árvore ou qualquer coisa do tipo, a moça resolve tirar a roupa e tomar um banho sensual num córrego fétido (com cara de esgoto) que havia ali perto! Ninguém com mais de dois neurônios sendo perseguido por bandidos tem a brilhante idéia de tomar um banho sensual. Especialmente se for num córrego fétido à la esgoto.

Um diálogo contido no filme "Inferno no Gama" resume bem o que o roteiro improvisado de Brazza pode trazer ao mundo: conversações dignas de Tarantino; Brazza, que interpreta o mocinho Régis, está preso, e o vilão o interroga:

- Régis, onde está a minha filha? ONDE ESTÁ A MINHA FILHA?
- Eu te faço a mesma pergunta: quem matou minha família?

Esse diálogo é um dos melhores do cinema nacional, junto com "Dadinho é o caralho, meu nome é Zé Pequeno, porra", mas sem a linguagem chula. Veja que Brazza não precisou utilizar nenhum palavrão para construir um diálogo coeso e filosógico, e porque não dizer: inspirador. Brazza é o rei do trash brasileiro, junto com Zé do Caixão.

"Afonso Brazza é o cineasta trash mais importante das últimas décadas"
Orlando Senna, secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura

"No sol quente de Brasília, ele me fez sair das trevas de um fogo criado com pneus queimados. Genial"
José Mojica Marins, o Zé do Caixão

Post em homenagem ao mestre Brazza, falecido em 2003. Seu legado permanece até hoje: até mesmo Vera Fischer tá fazendo filme trash no quintal de casa... Se até ela tá fazendo, só Deus sabe quem pode ser o próximo a seguir os passos do Rambo do Cerrado.

Aos não-iniciados, eu recomendo "Inferno no Gama", filmado em 1993, que possui o maior número de frases de efeito na primeira metade do filme e maior número de mortes e multiplicação de capangas em um filme, e "Tortura Selvagem - A Grade", de 2001, que tem a participação de Digão e Rodolfo, da (semi) falecida banda Raimundos, mas não tem nenhuma tortura ou grade, para justificar o título.

P.S. - A quem interessar possa, aqui temos o download da obra-prima "Inferno no Gama". Aproveitem e fuçem um pouco, tem umas coisas boas lá para download, como Monty Python, Simpsons, etc... Agradeço à Gláuber "Glommer" Costa, por ter disponibilizado o endereço no Orkut. Thanks!

sexta-feira, julho 22, 2005

Ao contrário dos Guns'n'Roses, a Dare To Be Stupid deu uma sumida, mas voltou. Meu computador sofreu um ataque de vírus que o derrubou. Segundo as estatísticas, haviam mais vírus no computador do que piolhos na cabeça de Bob Marley. Façam as contas.

Agora que tudo voltou ao normal, aguardem novos posts para semana que vem.

E aproveitem, que hoje é sexta-feira, dia de esquecer os problemas e cair na gandaia!

terça-feira, julho 05, 2005

Sexo é uma coisa suja (e bizarra)



Sexo interracial é normalíssimo!


Papai-mamãe é normal. Cachorrinho é normal. Até meia-nove é normal. Assim como Neston, sexo tem mil maneiras de ser feito. Porém, entre essas mil, pelo menos metade é de modalidades bizarras. E quando digo bizarras, não me refiro à fist fucking, bolas tailandesas nem nada disso. Me refiro à coisas muito piores e estranhas, coisas que até Inri Cristo duvida. Tem gente fazendo coisa bem peculiar por aí, e é preciso conhecer para não se surpreender na cama, mesa e banho. A seguir, uma lista fora de ordem alfabética com as modalidades sexuais nunca dantes imaginadas por Freud, Reich ou qualquer psicólogo barbudo morto com fixação em sexo.

ACROTOMOFILIA - Atração sexual por mutilados, por exemplo aqueles da guerra do Vietnã. Exemplo de pessoa com essa tara: d. Marisa, primeira-dama do Brasil.

HOMILOFILIA - Tesão ao falar em público. Alguns colegas da PUCC parecem ter essa tara.

APOTEMNOFILIA - Tesão em perder um membro. Oh-My-God!!!! Isso sim é bizarro. George Lucas parece ter apotemnofilia. Assista A Vingança dos Sith e conte quantas mãos são cortadas durante o filme. É um recorde de Hollywood, se não forem levados em conta os filmes de terror.

JACTITAÇÃO - Excitação em contar a terceiros, em voz alta, suas peripécias sexuais. Existem muitos assim, com certeza você conhece alguém que adora contar o que fez à noite.

AMALGATOFILIA - Fetiche por estátuas, manequins, ou bonecas infláveis. Como Kléber Bambam costumava ter por Maria Eugênia, aquela boneca tosca. Aliás, ele também.

KOKIGAMI - Enfeitar o pênis com peças de origami. O quê???? Isso mesmo. Imagine um cara com um barquinho de papel na piroca. Ou um chapeuzinho de pirata na ponta do membro. Alguém consegue fazer sexo com um enfeite desses adornando suas partes?

ANASTEMAFILIA - Atração por pessoas mais altas ou mais baixas. Ah, normal. Nem merece estar aqui. Só deixo para contar número e para vocês decorarem o nome, e depois poderem dizer "ei, sabia que eu ou anastemáfilo?" e impressionar todas as(os) garotas(os) mais altos/baixos nas festas.

LACRIFILIA - Excitação em ver o(a) parceiro(a) chorar. Como se faz isso? Talvez transando enquanto descasca uma cebola, ou usa-se gás lacrimogêneo, ou...

AURÉOLA - Lamber o ânus da(o) parceira(o), também conhecida como analingus. Ou lambe-prega, chupa-cu, entre nomes ainda piores.

LACTOFILIA - Tesão em ver uma grávida ou lactante verter leite dos seios. Tara relativamente normal de se ter se você tem de 0 a 2 anos de idade.

AUTOPEDERASTIA- Introduzir o pênis na própria rosca (ou ruela, para os leigos). Também conhecido como "Auto Ré No Quibe". Gerou a popular piada "Seu pau chega no umbigo?"

MISOFILIA - Tesão por roupas de baixo manchadas de esperma ou fluidos menstruais. Preguiça de colocar a roupa para lavar e nojeira também é tara?

AXILISMO - Uso das axilas no ato sexual; também conhecido como "Gaita de Fole" ou "Vendaval". Será que faz aquele barulho bacana que dá pra fazer com a mão embaixo do sovaco?

NASOFILIA - Excitação em ver, tocar, lamber ou chupar o nariz do parceiro. Chupar o nariz do parceiro é dose. Imagine só isso: uma pessoa chupando o nariz da outra durante o ato sexual. Agora imagine que um dos dois está com gripe. Pronto, já fiz você perder a fome.

COLAR DE PÉROLAS - Ejacular nos seios da parceira. Yeahhhh!!!!... Digo...digo...huh...Próximo??

NASOLINGUS - Nasofilia ao extremo, com duas versões: a narina é penetrada pelo pênis (ouch!), ou a napa é usada como substituto do membro. Pergunta para as meninas que visitam o blog: uma piroca no nariz. Alguém toparia? Ou melhor: alguém tem um naso com buracos assim tão gigantemente enormes?

COPROFILIA - Tara por aquilo que bebês fazem nas fraldas. Ou seja, por merda, cocô, bosta, fezes, poopoo, e etc. Essa já é velha conhecida do público, porque é uma das coisas mais nojentas que pode ser feita. Vá à uma locadora especializada, que sempre tem uma sessão com filmes do tipo, como "My Caviar", "100% Merda Nacional", entre outros filmes que são, literalmente, uma merda.

NECROFILIA - Sexo com cadáveres. Realmente repulsivo. Praticado por parceiros sexuais da Dercy Gonçalves.

COREOFILIA - Ficar excitado durante o ato de dançar. Seja qual for a dança. Ragatanga, Dança da Mãozinha, Dança da Manivela, Tremendo, Y.M.C.A., Funk da Pamonha, forró, techno, bolero, ska...

OCULOLINCTUS - Lamber o globo ocular do parceiro. Mas logo o globo ocular? Realmente, essa é bem original. O globo ocular é um dos últimos lugares que eu pensaria em lamber em uma pessoa.

DENDROFILIA - Fazer um buraco num tronco de árvore e meter o pau dentro. Isso que é amar a natureza.

PSICROFILIA - Transar em locais frios. Como em Campos do Jordão? Ou dentro de um freezer?

ECOUTERISMO - Meter o ouvido na parede enquanto um casal manda ver no quarto ao lado. Ou seja: quem tem essa tara pode simplesmente deixar os filmes pornôs de lado e alugar um CD pornô, que se divertirá da mesma maneira.

RATOS - Essa tem regras: 1) Introduz-se um tubo de papel higiênico no ânus: 2) Pega-se um roedor devidamente lubrificado em óleo de amêndoa; 3) O roedor entra no tubo; 4) A diversão começa. Espere um pouco. "Diversão"? Um rato correndo dentro do seu rabo e você chama isso de diversão? E porque o óleo precisa ser de amêndoa?

EMETOFILIA - Vomitar no/ser vomitado pelo parceiro. Ugh! Essa tara acaba sendo desenvolvida quando acontece aquele casual sexo bêbado. E muito frequentemente quando ocorre um fundamental sexo trêbado.

SACROFRICOSE - Cortar um buraco no fundo do bolso da calça, para se masturbar em público sem riscos de ser flagrado. Belo nome, não? Repitam comigo, crianças: aquele tio tarado que fica na esquina da escola com a mão no bolso e a língua de fora é um cara com sa-cro-fri-co-se.

FORMICOFILIA - Uso de insetos para o prazer sexual. O que o elefante fez com a formiguinha.

SIDERODROMOFILIA - Transar em trens em movimento. Inspirou a canção "Entrei no trem esporrei na manivela cobrador filha da puta me jogou pela janela..."

FROTTAGE - Se esfregar em outra pessoa sem o consentimento desta. O popular "sarro" ou "casquinha". Ninguém chama as encoxadas que ocorrem diariamente em ônibus, multidões e baladas de "frottage". É só um nomezinho sofisticado para aquilo que ocorre no ônibus lotado.

TAFEFILIA - Tesão em ser enterrado vivo. Isso sim é que é bizarro ao extremo. Lembram de Kill Bill - Volume 2? Se Beatrix Kiddo fosse taféfila, iria gostar muito do que Budd faz com ela.

GENUFALAÇÃO - Igual ao axilismo, mas nas dobras do joelho. E faz barulho?

URTICAÇÃO - Enfiar urtigas na roupa de baixo. Nossa, que coisa.

HIGROFILIA - Excitação pelo contato com a saliva, urina, vômito, excremento ou outras melecas literalmente do (a) parceiro(a). Melecas? Isso inclui catarro, ranho, pus... Que nojo!

VAPORIZAÇÃO - Usar nebulizadores como consolo. Peraí, peraí: Nebulizadores são aqueles aparelhos de inalação? E não queima a piroca? Meu primo Gustavo já queimou os ovos com um desse. Derramou água fervendo neles. Deve ter doído, mas eu ri pra caralho. Era hilário aquele garoto com os ovos fritos sentado no sofá gritando "Assopra, assopra!".

INFIBULAÇÃO - Costurar o prepúcio ou os lábios vaginais da cara-metade, para evitar traição. Isso é extremamente bizarro. Um cinto de castidade natural e mais doloroso. Acho que é o máximo da bizarrice sexual, gente. Tente superar essa.

XEROX - Usar a copiadora do escritório para xerocar o traseiro. Também conhecido como justa causa para demissão.

E é só, por enquanto. Se você conhece alguma modalidade estranha, algum caso sexual bizarro ou alguém mais que tenha queimado suas partes íntimas com um nebulizador, mande para mim! Conte sua aventura sexual com formigas, a vez de quando você foi enterrado vivo e achou o maior tesão ou a encoxada que você levou do negrão de dois metros de altura no ônibus , e do encontro que você marcou com ele para mais tarde!

sexta-feira, julho 01, 2005

A arte de se tatuar ridiculamente

Tatuagens são para sempre. Uma marca corporal que você escolhe para ter até sua velhice, quando ela enrugará e parecerá uma daquelas dobradinhas da revista Mad, e você terá que esticar a pele pra se lembrar do desenho que possui em seu corpo. Antes que isso ocorra, a tatuagem normalmente obedece a uma série de chavões e clichês: desenhos de dragões, de pégasos, entre outros seres mitológicos. Para as meninas, normalmente são flores, bichos bonitinhos como borboletas, ideogramas e coisas do tipo.

Porém, alguns querem fugir dessa regra, e fazem tatuagens inovadoras e visionárias. E como nem tudo é perfeito, temos então as "Bad Tatoos", tatuagens ruins. Tatuagens bizarras que você não gostaria de ter no seu corpo. Para ilustrar para vocês o que é uma bad tatoo, temos como objeto de estudo o mestre destas: Steve-O, ex-Jackass.


Esse é Steven Glover, o Steve-O, um dos mais insanos da trupe do Jackass. Ele cheirou minhoca e tirou pela boca, grampeou o saco na perna, se jogou no esgoto, enfim... o filho que toda mãe gostaria de ter.


Vamos à primeira tatuagem, que não é bem uma tatuagem, aliás: é um corte feito com facão de açougueiro, que foi preenchido com tinta de tatuagem. Após a cicatrização, ficou assim. Uma cruz invertida, "em homenagem ao Ozzy", disse Steve-O.


Essa tatuagem (que se assemelha a um morcego) não parece tão ruim: ele escolheu da lista de tatuagens do tatuador onde foi. Mas é, sim: está de ponta-cabeça e torta.


Essa sim é idiota. É isso mesmo que você está vendo: uma piroca com asas pingando. Steve-O se sente muito orgulhoso dessa tatuagem, pois tem sempre seu braço censurado na TV. Muitos tentaram o impedir de fazer essa, mas ele não deu ouvidos.


Essa Steve-O chama de "Vinhas, flor e cu". Ele tinha dezesseis anos quando fez essa. Segundo ele, "pelo menos eu posso entrar num concurso de 'tatuagem mais imbecil de todos os tempos' e sei que sempre sairei vencedor".


Essa é uma das mais famosas dele, o auto-retrato nas costas com os dizeres "Yeah, dude, I Rock!". Ele acredita que é o maior auto-retrato em tatuagem, e pretende ir ao Guiness registrar. A cabeça dele na tatuagem é maior que sua cabeça real.


A folha de maconha com um "C" embaixo tem uma história peculiar: ele estava em Paris quando um DJ de uma rádio o desafiou a tatuar a inicial dele. Ele aceitou, desde que pudesse tatuar uma folha de maconha junto. Steve-O diz que essa tatuagem no pulso foi uma ótima idéia, pois o ajuda a conseguir a erva em países estrangeiros mesmo sem saber falar uma palavra da língua local...


"I love to bone". Significa "eu amo meter". Olho = I, Coração = Love, Two = To, Osso = Bone. Idéia idiota, tatuagem idiota, rapaz idiota.


Sim, um pentagrama invertido no pulso, dessa vez em homenagem ao Mötley Crue. Homenagens incríveis as do Steve-O, não?


O peixe com os dizeres "Satã" indicam novamente os problemas de Steve-O com a religião, se alguém ainda não percebeu... Primeira tatuagem de Jeff Tremaine, amigo de Steve-O e parte da trupe Jackass.


Tatuar "merda" e "foda" nos pulsos é algo que nem o próprio Steve-O se orgulha de ter feito, mas diz que só removerá as tatuagens se resolver ter filhos algum dia. Só fica feliz pela tatuagem porque, novamente, ele tem sempre que ter seus dedos censurados na TV...


Essa é a que é mostrada no filme "Jackass - O Filme". Feita num caminhão off-road, passando por um terreno não muito plano... Era para ser uma carinha sorridente, daqueles smileys. Feita por Jeff Tremaine, novamente, e considerando o percurso pelo que passava, fez até um bom trabalho.


Esse é o logotipo do "Sonny's Bar And Grill", um bar em Albuquerque. Muitos dizem que parece Jerry Garcia, Papai Noel ou Coronel Sanders, do KFC, mas é Sonny Robbins, fundador do bar. O bar acabou sendo vendido, por isso a espada na cabeça de Sonny.


"Eu tenho um pinto pequeno". Sinceridade demais, explícito demais. Pelo menos não é uma propaganda enganosa: uma garota que for ficar com Steve-O já pode se preparar para o que irá ver.


XYZ, uma marca de roupas que faliu. Merchandising gratuito de Steve-O, sem ganhar um tostão da XYZ.


A popular "Your Name" tatuado em seu traseiro. Para quem não entendeu: ele tem "seu nome" tatuado na bunda. Piada fácil que nunca perde a graça. Segundo ele, muitas pessoas já vieram mostrar o traseiro tatuado, copiando a idéia idiota dele.


A última feita: uma mulher. Êpa, mas tatuar uma mulher não é tão estranho assim, é? É, pois Steve-O, pra mostrar que não é preconceituoso, tatuou uma mulher pelada com, digamos, alguns quilos a mais.

E aí, alguém mais ficou com vontade de ir correndo fazer uma tatuagem? Aguardem, quem sabe em algum tempo eu não possuirei "seu nome" tatuado na bunda...

Fonte: Steve-O's Official Site

Oba, oba! Wild Weekend!

Apesar de minhas costas ainda estarem danificadas graças à meu salto mortal triplo de costas da cadeira de madeira, vou pra São Paulo passar um sabadão rock and roll. Não vou poder pogar muito, nem dançar, nem pular, e principalmente, não vou pode me jogar. Nem em nada, nem de cima de nada, nem nada. Minhas costas estão dessa cor:


Eu sei que é uma perna, eu só quero demonstrar a coloração


Agora, a indecisão: temos dois shows fodássimos, ao mesmo tempo, e não sabemos em qual ir. As casas são próximas, o preço é o mesmo, os dois valem a pena. São os seguintes:


Cachorro Grande, na OUTS



Muzzarelas, na Funhouse


E agora, em qual eu vou? Muzzarelas? Cachorro Grande? Funhouse? Outs? Laticínios? Caninos de tamanho avantajado? Casa Divertida? Foras? Indecisão, indecisão... Pelo menos, o preço é dez conto, em qualquer um. Então, de pobreza eu não morro.