sexta-feira, julho 24, 2009

Bota a camiseta, bota meu amor

Quando o João não tem o que postar no Ouse Ser Idiota, vem a sessão preferida de quem não tem paciência para textos longos: camisetinhas divertosas que o João gostaria de possuir!

Essa é especial, pois é para bebês. Será que até lá eu arranjo uma dessas pro meu primogênito(a)?



Se você não entende inglês (anta), a camisetinha infantil diz "Tudo que a mamãe queria era uma massagem nas costas". Pegou a piada?

domingo, julho 12, 2009

O que se passa na sua mente com as mãos ocupadas?

Quando chegamos à adolescência, as mãos nos mostram um novo mundo nunca dantes navegado. O planeta Onan, o clube da mãozinha, o cinco contra um, o combate ao guerreiro do capacete vermelho. E assim, os banhos ficam mais longos, as idas ao banheiros duram horas, as revistas aparecem coladas, a mão parece o Tony Ramos, os calos ficam difíceis de esconder. Além das inevitáveis espinhas, que atrapalham a busca do adolescente pelo sexo real. Ninguém quer um moleque cheio de espinhas com a mão calejada e pêlos esparsos deitado na cama.

Assim, o adolescente (principalmente na era pré-internet) buscava inspiração em qualquer coisa para espancar seu joystick. E os enredos são dos mais inusitados. Todo homem tem sua história vergonhosa de como bateu uma punheta se inspirando em algo acima de qualquer suspeita. Vamos mostrar alguns casos (verídicos!) de enredos esquisitos que inspiraram hoje homens de respeito a espancarem o careca.

Mãe da Magali
- A respeitável e magrela dona-de-casa que tem uma filha chamada Magali na Turma da Mônica já povoou os pensamentos de um jovem que terá seu nome preservado. A moça "adora cozinhar e vive mimando sua filha, embora reprove seu apetite exagerado", segundo a Wikipédia. O bairro do Limoeiro tem seus admiradores, e a mais lembrada por jovens que não tem uma Playboy em mãos é Tina, a adolescente goxtosinha da turma do Rolo. Mas a mãe da Magali, apesar de magrela, já deu um caldo para um solitário. Imagina se vissem a Magali na Turma da Mônica Jovem, hoje em dia nas bancas? Aliás, a foto ao lado é dela. Apesar de admirada, a senhora Magali não tem fotos na net.

Mai Tsubasa, a Change Phoenix - Apesar da fama que as japas têm de serem mais retas que uma tábua de passar roupa... a fama normalmente procede. Pelo menos no que se refere às japas do Japão mesmo. E a admirada por nosso segundo punheteiro era a popular Change Phoenix, a rosinha do super sentai mais popular da finada Rede Manchete. O que ela tinha de diferente de Sayaka, a Change "Band-Aid" Mermaid? Quase nada. Mas a mente de um onanista leva a rumos que não se deve tentar descobrir.

Todas as Spice Girls
- Essas, no meio dos anos 90, fizeram a alegria dos adolescentes. As meninas gostavam das músicas, e os meninos dos clipes, fotos, pôsteres e do ensaio de Geri Halliwell na Playboy, que inclusive saiu discretamente no meio da edição brasileira. Eram 5, cada uma com seu estilo, eram gostosas (a gente perdoa a Mel C quando acompanhada por mais 4), e usavam roupas que deixavam pouco a imaginar. Duraram pouco, mas acompanharam os sonhos masturbatórios de uma legião de moleques que, na escola, juravam odiá-las. E "2 Become 1" continua sendo uma ótima música de motel. Acreditem.

Revista Veja - Não levem a mal, a revista Veja NÃO é sexy, todo mundo sabe. Mas se você é leitor da citada revista, sabe que quase sempre na sessão "Frases" existe uma foto de uma mulher gostosa, normalmente de biquíni ou trajes apertadinhos. E se você é adolescente e não tem imaginação nem material pornográfico em mãos, um ponto é vírgula e ganha curvas.




Turma do Arrepio - Não as histórias em quadrinhos, a série que passava na Rede Manchete (santa Manchete!). A bruxinha Medéia, horrível nos quadrinhos, era interpretada por Flávia Beghin com um vestidinho curtíssimo e parte da bunda à mostra. E passava antes de Cavaleiros do Zodíaco, ou seja, era perfeito para uma sessão de relaxamento pré-cavaleiros de bronze. Seyia é o caralho, o legal era a Medéia!


Pópis, Chiquinha, Paty e o elenco feminino do Chaves - Tem louco pra tudo. Sílvio Santos apresenta o programa Chaves a 25 anos e o negócio ainda faz sucesso. Será culpa de Seu Madruga? Quico? Jaiminho evitando a fadiga? Tinha que ser o Chaves, mesmo? Não, meus amigos. A culpa é de Chiquinha, Pópís e Paty, as três meninas da série, que desfilam com saias curtinhas e sempre com as pernocas chicanas à mostra. O entrevistado preferia Paty, que também era bonitinha, mas na falta da mesma em algum episódio, passava uma Chiquinha, uma Dona Florinha, um Godinez...

Hanson - Para fechar com chave de ouro, a história mais magnífica sobre o sexo solitário assistindo Mtv. Todo mundo brincava assistindo "Garota Nacional" do Skank ou o finado Mtv Al Dente. Em um belo dia, o camarada (que não terá seu nome revelado, mas sabe bem quem é) liga a TV e vê três pequenas loirinhas tocando uma música animadinha. Ele se apaixona pela tecladista afinada e começa a se animar. Até o fim do clipe, ele já está chegando ao clímax. Após sujar a sala toda com seus fluidos corporais, Sabrina Parlatore apresenta o que ele acabou de assistir. "Taí os meninos do Hanson, com o sucesso "Mmmbop", a revelação musical deste ano. Os irmãos Isaac, Zac e Taylor..." E assim acabou o sonho dourado da girl band loirinha e foi um lapso homossexual na vida de nosso entrevistado. Pobre homem.

Como todo homem tem sua história de enredo esquisito ou fora do comum, eu vos convoco: Qual foi a inspiração mais bizarra para suas aventuras manuais? Comente e quem sabe não rola uma parte 2...

terça-feira, julho 07, 2009

Angry Video Game Nerd

Não entendo como o "The Angry Video Game Nerd" (ou AVGN) ainda não virou hit aqui no Brasil. Vamos ver se com a recomendação do Ouse Ser Idiota ele vira popstar e alguém legenda os vídeos, o Pânico copia e tira toda a graça do negócio. O personagem é vivido por James D. Rolfe, um nerd que joga games antigos criticando (com uma chuva de palavrões e escatologia) os jogos podres de antigamente. O negócio começou no Youtube, e atualmente está na ScrewAttack Entertainment.

O Nerd é um cara que está sempre puto da vida com os jogos toscos que joga e tem a boca mais suja que a Dercy Gonçalves. Assistam um dos melhores episódios, em que ele revisa o jogo "Bugs Bunny Birthday Blowout", com participação do incrivelmente irritante Pernalonga.

quarta-feira, julho 01, 2009

Como o Tchan quebrou meus dedos



Quando você lê o título do post, sua mente poluída deve te dizer que eu usei demais as várias Playboys de Carla Perez, Sheila Carvalho, Sheilla Mello e Cumpadi Washington. Não, não foi o que aconteceu. Quem me dera.

Domingo, 28 de julho de 2009. A turma 33 de jornalismo da PUC-Campinas se reúne na casa de Pedro depois de alguns meses sem se ver. Cerveja gelada, quase todo mundo presente, homenagens à Michael Jackson e papos em dia. Depois de 962 latinhas, eu já via o mundo diferente. As memórias se confundiam, e idas ao banheiro eram mais constantes que exibições de Simpsons na Fox. Na minha 56ª ida ao banheiro, eu já estava mais louco que o Théo Becker. Eis que, enquanto estava quase terminando meu serviço no banheiro, ouvi a canção que mais quebra costas no planeta: a famigerada "Dança da Cordinha".

Corte para um pouco de cultura, sem anestesia: a "Dança da Cordinha", da fase de ouro do É o Tchan, é sucesso em qualquer festa, desde que seus participantes estejam bêbados. A dança consiste em passar por debaixo da cordinha sem cair, de preferência, curvando as costas de formas que só Sheilas conseguem.

Como eu dizia, ouvi Beto Jamaica entoando a canção sagrada e saí correndo do banheiro em direção à cordinha, segurada pela Dri. Passei algumas vezes perfeitamente, e quase no fim da música, após passar, na parte do "Essaí passou essaí passou essaí passou", de alguma forma consegui cair de uma forma tão emocionante que dei um duplo twist carpado e caí de frente, em cima dos meus dedos da mão esquerda. Como na canção, meus dedos médio e anelar se saúdam e se vão. Depois disso, minha mão ficou assim:



Tá, mentira, não ficou assim, só luxei os dedos, pelo que me falaram. Espero que sim. Enfim, os conselhos que vos deixo:

- Dança da cordinha não é para amadores. Se você tomou mais de duas latinhas, esteja preparado para usar sua carteirinha do plano de saúde;
- Não vá além do seu limite. Você pode até passar, mas uma fratura na coluna pode acompanhar seu feito;
- Se você tem escoliose, como eu, calcule o ângulo correto para não desequilibrar e ter uma fratura exposta;
- Não ouça É o Tchan em churrascos. Prefira a Macarena, segura e repetitiva, assim até sua vovó pode participar da coreografia;